Luz... luz... mais luz...

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sexta-feira, 18 de julho de 2014

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Fórmula para atrair Gentileza






One Day

Sometimes I lay

Under the moon

And thank God I’m breathing

And pray

Don’t take me soon

Cause i’m here for a reason

(Refrão)

Sometimes in my tears I drown

But I never let it get me down

So when negativity surrounds

I know some day it’ll all turn around

Because

(Refrão)

All my life I’ve been waiting for

I’ve been praying for

For the people to say

That we dont wanna fight no more

There’ll be no more wars

And our children will play

One day

It’s not about

Win or lose

Because we all lose

When they feed on the souls of the innocent

Blood drenched pain

Keep on moving though the water’s stay raging

In this maze you can lose your way (your way)

It might drive you crazy but dont let it phase you no way (no way)

(Repete Refrão)

One day this all will change

Treat poeple the same

Stop with the violence

Down with the hate

One day we’ll all be free

And proud to be

Under the same

Singing songs of freedom

(Repete Refrão)

sábado, 3 de maio de 2014

Família de incríveis pessoas normais




O Senhor Incrível protagoniza esta animação relativamente antiga (2004).
No início, mostram -se entrevistas de alguns super heróis em seu momento de maior aceitação social.
É impossível não enxergar em seus discursos um certo pedantismo, mas é claro que ele se justifica quando pensamos que se trata de um grupo de jovens no auge de suas carreiras.
O filme mostra que aquele que tem muita vontade de mudar o mundo, é, acima de tudo, um sonhador. Mostra também que seus sonhos estão acima dos sonhos alheios. É um " saber a verdade" que somente o tempo pode desconstruir.
E o tempo faz sua parte.
E é exatamente no momento do casamento do Senhor Incrível Com a Mulher Elástico que o futuro dos mesmos será escrito.
Enquanto segue para o casamento, o Senhor Incrível, que monitora a comunicação policial, se dá conta de que está havendo uma perseguição policial. Resolve intervir na situação, pois há tempo. No caminho, é interceptado por uma senhora que pede ajuda para salvar um gatinho.
Deve-se considerar que não havia necessidade de arrancar a árvore do chão para salvar o gatinho, mas o Senhor Incrível não faz esta consideração.
Enquanto isto a perseguição policial segue para a rua onde ele está. Ele salva o gato e usa a árvore para conter os bandidos. Não fosse uma animação, seria uma cena extremamente violenta e desnecessária. Ele poderia ter agido de forma menos violenta, mas, como foi dito acima, é um jovem herói, cuja experiência ainda necessita de lapidação.
Em nova rota contra o crime, ele encontra sua noiva, a Mulher Elástico, também tentando salvar o mundo, assim como o Gelado, um dos convidados.
Eles estão indo ao casamento.
Todos jovens, o que é muito legal, usando seu tempo até o limite em prol de seus ideais, adiando sua vida real para combater o crime.
Em seguida o Senhor Incrível impede o suicídio do Senhor Tosco, que pula de um prédio.
Sua ação se faz em prol da vida, ele age de forma quase instintiva, mas é uma interferência na vida outro, que pode ter analisado muito bem a atitude que cometia.
A interferência na vida do outro mexe com a sua própria, já que eles caem em um andar onde ocorria um roubo Praticado por Bomb Voyage.
É neste momento que também a história de Buchecha, ou Gurincrível, começa a ser escrita, seu futuro arquirrival.
Ao tentar salvá-lo, uma bomba cai na linha do Metrô, num trecho de viaduto.
O Senhor incrível se põe na frente do trem que chega pra tragédia certa.
A parada abrupta da máquina faz com que os passageiros se machuquem, tornando-se vítimas da tentativa de salvamento do Senhor Incrível, assim como suas várias tentativas anteriores de combate ao crime geraram consequências.
Esta sequência de eventos causa desconforto na população, que passa a repudiar os atos praticados pelos heróis.
Uma onda de processos faz com que os heróis sejam obrigados a deixar de agir em sociedade.
Uma leitura mais atenta nos indica que a tentativa dos jovens de mudar o mundo é vista, socialmente, como motivo de repúdio, como algo que deve ser banido da sociedade.
Os jovens, com seus super poderes, com sua vontade de mudar as coisas, agem de de forma tempestiva. É característico de sua personalidade que se forma e que, acima de tudo, se transforma.
Mas ele, o jovem, vive em sociedade.
E a sociedade possui um "status quo", uma logística de ação implantada pelo tempo que tenta conter seus avanços.
A sociedade não age assim de forma voluntária. Tirando umas poucas pessoas, talvez sequer tenha consciência de que oprime a atitude dos heróis.
De forma tão tempestiva quanto a dos heróis, a sociedade tenta conter suas atitudes com a mesma violência de quem tenta tirar o gatinho de uma árvore arrancando-a do chão.
Neste conflito de gerações, normalmente, quem perde é o jovem.
No filme, os heróis desistem de suas proezas. Deixam de ter uma "identidade secreta" e passam a viver "anonimamente".
Note-se que perder a identidade e viver de forma anônima é uma imposição da sociedade ao jovem. Aprender a atuar de acordo com a "praxis" vigente.
É um grande momento no filme, porque transforma, por exemplo, o Senhor Incrível no senhor Beto Pera... a Mulher Elástica na Senhor Helena... e toda a geração seguinte em um grupo de pessoas medianas.
Os filhos da família Pera tem conflitos sociais porque seus pais tentam conter seus superpoderes.
Eles agem assim porque foram ensinados que agir de uma forma socialmente aceita é a atitude correta.
O Senhor Incrível, agora Roberto Pera, vive infeliz, trabalhando em uma Companhia de Seguros que não tem a menor pretensão de cuidar de seus segurados.
Não deve ser fácil para quem queria proteger o mundo.
A Senhora Helena, antes Mulher Elástica, tenta conter seus poderes, assim como os da própria família. Diz ela que "agora o mundo só quer que a gente se ajuste".
Flecha é hiperativo e sua irmã se apaga socialmente. Leva pra vida real seu poder.
Beto Pera realmente tenta se condicionar, agir de acordo com as regras sociais, mas é mais difícil do que parece. O carro apertado, o cubículo onde trabalha, o assédio que sofre de seu patrão, o Senhor Lima, não o ajudam muito a se "ajustar".
Em uma discussão a respeito dos problemas familiares, Beto diz a Helena: "Sempre inventam um jeito de incentivar a mediocridade, mas se alguém é mesmo especial..."
os filhos presenciam a "discussãozinha".
Eles dizem aos filhos que está tudo bem.
Será que está tudo bem mesmo?
Considerem que a discussão se faz na madrugada do Dia do Boliche. Ele e Gelado, ou Lúcio, saem pra salvar vidas. Não seria descabido pensar que se trata de uma metáfora para o dia da fuga através do "Happy Hour" dos socialmente responsáveis.
Bem, falo disto em outro post.
O Senhor Lima é um patrão extremamente preocupado com o bem estar de sua empresa.
Em suas próprias palavras, "uma empresa é como um relógio enorme... só funciona se todas as pequenas engrenagens se encaixam".
Beto não é uma pequena engrenagem e, por isto, não se encaixa no sistema.
Por não se encaixar no sistema, sofre Assédio Moral.
Até o dia em que ameaça Beto de demissão. Neste dia...
É claro que não contarei todo o filme, mas esta parte eu não podia deixar de comentar.
Há muitas variáveis moldando nossas vidas.
E alguns problemas, pelos quais passamos, não acontecem exatamente por nossa culpa, pois temos um grupo social atuando em nosso redor.
Sofremos influências deste grupo social e influímos no mesmo, moldando a vida de outras pessoas.
Este post não pretende concluir nada. Pretende só fazer pensar a respeito.
Afinal, quais as influências que queremos ter? Quando exatamente devemos nos rebelar diante de regras inconsistentes? Ou não devemos fazer nada, PORQUE AS COISAS SEMPRE FORAM ASSIM?
Se um desenho animado pretendeu trazer à tona este tipo de discussão, talvez devamos pensar a respeito.
Luz... luz... mais luz...
Contra condutas violentas e em favor de uma Cultura de Paz através do Conhecimento

Pais e Filhos




Inicialmente confusa, esta música passa a ganhar muito sentido quando se deixa de pensar que ela tem um único narrador.
Na verdade, quando falo dela, gosto de pedir às pessoas que se obrigam a me escutar a pensar que que seus olhos são lentes e que eles têm a oportunidade de ver pequenos trechos da vida de outras pessoas.

vejamos: suas lentes (olhos) captam este primeiro diálogo. Estátuas, cofres, paredes pintadas (no sentido de quadros nas paredes) são símbolos de riqueza. Neste sentido, é como se perguntassem: Cara, como pode uma pessoa que tem dinheiro, que tem tudo na vida, ter se matado. E a resposta do ouvinte: _ Nada é fácil de entender…
E não é mesmo, pois há tantas pessoas que não tem nada disto e são tão felizes. Talvez nos falte perceber que o dinheiro compra a presença, por exemplo, mas não o amor de alguém. Estar presente não é o mesmo que estar junto.

Mas você precisa ver outras coisas e segue com suas lentes até a janela de um lar e pega esta cena: Um pai (ou mãe) no quarto de uma criança que acorda assustada no meio da noite lhe diz: Dorme agora… é só o vento lá fora… não parece uma canção de ninar? Dá quase pra sentir a proteção. É tipo: “Estou aqui, tudo vai ficar bem.”

Então suas lentes começam a presenciar várias pessoas e as diversos sentimentos que elas têm traduzidos em palavras:

“Quero colo!”, que indica a carência, normalmente dita aos melhores amigos, aos namorados, aos pais, mas nunca a alguém que não conta com a sua confiança. A clássica “Vou fugir de casa!” (note que ele estende o final da palavra, como se fosse um eco, como se muitas pessoas dissesssem estas frases). Que atire a primeira pedra quem nunca a disse ou a variante “Não vejo a hora de fazer 18 anos pra sair desta droga desta casa!”. Confesso que usava muito esta. Hoje, que já passei bem dos 18, ainda estou na mesma casa. Minha mãe é que me diz: “Meu filho, num tá na hora de tu sair de casa não?” E eu: “Calma mãe, que o bicho tá pegando lá fora!” rs

Outra clássica é: “Só vou voltar depois das três!!!”
Na minha época, os pais davam como horário limite pra voltar pra casa 11 horas… meia-noite no máximo. Sei que hoje, se o adolescente receber este horário, vai dizer: “Então nem vou!”, pois é neste horário que a balada está começando, mas este é o momento do conflito entre pais e filhos. Momento em que autoridade é questionada. Momento difícil pra ambas as partes.

“Meu filho vai ter nome de santo. Quero o nome mais bonito!”. Olha que da hora estes versos. Dá pra pensar no amor que a mãe ou o pai já tem por esta criança antes mesmo dela nascer. Poderia também ser o nome de um jogador de futebol, ou de um cantor conhecido. o grande barato é perceber o sentimento que vem junto com a frase.

É claro que você pode subtrair a sua idade toda e pensar nos seus próprios pais, antes de você nascer, dizendo: “Meu filho vai ter nome de santo. Quero o nome mais bonito!”

Como acredito que todos já perceberam a ideia, creio que podem imaginar a segunda parte da música sem minha intromissão.

Falarei agora só do refrão: a música é construída com frases que são ditas por pais e filhos. Pais e filhos possuem defeitos e qualidades, e não poucos os defeitos nem as qualidades.

O que poderia amarrar estas frases todas?

O Autor escolhe a ideia de que é preciso amar as pessoas, independente dos defeitos e qualidades que possuam, como se não houvesse amanhã. E talvez não haja mesmo. Às vezes magoamos pessoas queridas sem nos darmos conta de que talvez não tenhamos a oportunidade de nos redimir.
Somos gotas d’água neste oceano da vida e grão de areia neste deserto, mas fazemos parte dele.

O que você vai ser quando você crescer?

Talvez ainda não tenha percebido, mas quando você protege um irmão menor, quando impede que ele faça algo que pode machucá-lo, quando tira dele uma bala para não estragar os dentes, está agindo como seus pais.
Seus pais não te impedem de fazer as coisas porque são ruins e não querem sua felicidade. Eles só querem te proteger de males que sabem que a vida oferece.
É difícil pra eles também saberem que você está crescendo e que precisa de mais espaço.

Já percebeu o que você vai ser quando crescer?



Luz... luz... mais luz...




domingo, 30 de março de 2014

Cultura do estupro







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Contra condutas violentas e em favor de uma Cultura de Paz através do Conhecimento

sábado, 22 de fevereiro de 2014

O Mundo no Black Power de Tayó


Escritora e Contadora de Histórias, Kiusam de Oliveira apresenta Tayó na formação dos Professores Orientadores de Salas de Leitura.

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